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Ato unificado das centrais em Florianópolis fortalece paralisação dos petroleiros e caminhoneiros

31/05/2018

Um ato unificado da CUT, CTB e Intersindical reuniu trabalhadores e trabalhadoras que vieram apoiar o movimento dos petroleiros e caminhoneiros para protestar contra a política de preços da Petrobras, pela redução dos preços dos combustíveis e gás de cozinha, em defesa da estatal 100% pública e pela saída imediata de Pedro Parente e Michel Temer.

Escrito por: Pricila Baade

 

Trabalhadores e trabalhadoras de Florianópolis e região se uniram ao movimento dos petroleiros e caminhoneiros nessa quarta-feira (30) para protestar contra a política de preços da Petrobras, pela redução dos preços dos combustíveis e gás de cozinha, em defesa da estatal 100% pública e pela saída imediata de Pedro Parente e Michel Temer. O ato, chamado pela CUT-SC, CTB e Intersindical, reuniu mais de duas mil pessoas na capital catarinense com a presença de estudantes, da classe trabalhadora e do movimento social e sindical. O transporte coletivo da cidade também estava paralisado em apoio a paralisação dos petroleiros e caminheiros.

Pedro Parente, colocado no comando da Petrobras por Michel Temer, mudou a política de preços dos combustíveis para beneficiar acionistas e grandes petrolíferas internacionais, o que ocasionou os sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis . "Precisamos defender nossa soberania nacional. Este governo ilegítimo, que está no poder por meio de um golpe, quer vender o Brasil para o mercado internacional. Por isso, a CUT, junto com as outras centrais sindicais, decidiu apoiar o movimento legítimo dos petroleiros e dos caminhoneiros, que reivindicam uma pauta que atinge não apenas essas categorias, mas todo o povo brasileiro", afirmou a presidenta da CUT-SC, Anna Julia Rodrigues.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A mobilização começou no início da tarde com a pintura de faixas que pediam por eleições livres, denunciavam o congelamento dos gastos públicos, a privatização da Petrobras e o Estado de exceção. Uma das faixas se manifestava contra a intervenção militar, demonstrando que as centrais sindicais e as pessoas que participaram do ato são contrárias a pauta apoiada por uma parcela do movimento dos caminhoneiros.

O ato lotou o largo da Catedral e contou com a fala de representantes das centrais, entidades e movimentos sociais que fizeram denúncias dos retrocessos do governo ilegítimo de Temer e dialogaram com os trabalhadores que passavam pelo local. A mobilização terminou com uma passeata até o Terminal de Integração do Centro (TICEN). Durante o trajeto, os participantes gritaram palavras de ordem e chamaram a atenção das pessoas que estavam no Centro, muitas bateram palmas demonstrando apoio ao movimento.

"A classe trabalhadora não vai aceitar calada todos os ataques desse governo golpista. Continuaremos nas ruas denunciando os retrocessos e defendendo os direitos dos trabalhadores. Nossa defesa maior nesse momento deve ser por eleições livres, para que possamos eleger um presidente que consiga acabar com todas as terríveis reformas feitas por Temer e retome o projeto de um país justo com foco no desenvolvimento social", enfatizou Anna Julia.

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