Twitter Facebook YouTube

CUT SC > LISTAR NOTÍCIAS > DESTAQUE CENTRAL > 2º ENCONTRO DA DIVERSIDADE "LUTAR É PRECISO" SERÁ REALIZADO DIA 24 DE JUNHO

2º Encontro da Diversidade "Lutar é preciso" será realizado dia 24 de junho

08/06/2017

O Brasil segue pelo sexto ano consecutivo o ranking dos países que mais mata transexuais e travestis no mundo. Uma pessoa a cada 25 horas, segundo pesquisa da ONG Transgender Europe (TGEU)

Escrito por: Maristela Benendet

O 2º Encontro da Diversidade “Lutar é Preciso” acontece dia 24 de junho na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma - Siserp. O evento marca o Dia Internacional do Orgulho Gay, celebrado em 28 de junho em diversos países ao redor do mundo.  O encontro gratuito é promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Criciúma e Região - Sintiacr e a União Internacional dos Trabalhadores na Alimentação (UITA) iniciando as 16h30 com encerramento previsto para o final da noite com café colonial.

Entre os objetivos visa identificar quais os problemas vivenciados pelo coletivo LGBT no âmbito da família e do trabalho e, o aumento da violência sofrida sofrida por eles. A palestra criminalização e direitos humanos será mediada por Jaqueline Leite. Devem participar Geraldo Iglésias, Secretário Regional da REI-UITA, o presidente  do Sintiacr, Célio Elias, e Gisele Adão e Eduardo Medeiros do Coletivo LGBT do Sindicato. O evento é aberto para todas as pessoas que vivenciam a diversidades nas suas orientações sexuais e as demais interessadas no tema.

Brasil lidera o ranking de violência contra os LGBT -   O Brasil já tem 61 transexuais e travestis assassinados em 2017 e segue pelo sexto ano consecutivo o ranking dos países que mais mata transexuais e travestis no mundo, segundo pesquisa da ONG Transgender Europe (TGEU). O país mata por homofobia uma pessoa LGBT a cada 25 horas e isso torna o Brasil campeão mundial de crimes contra minorias sexuais e de gênero. Conforme a diretora Gisele Adão a violência vai além dos homicídios: “É violência também não respeitar o nosso nome social, nossa identidade de gênero. É violência nos impedir ou constranger ao usar o banheiro de acordo com a nossa identidade de gênero entre outros”, analisa Gisele.

  • Imprimir
  • w"E-mail"
  • Compartilhe esta noticia
  • FaceBook
  • Twitter

Conteúdo Relacionado

TV CUT
RÁDIO CUT
Programa DizCUT Jornal dos Trabalhadores

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES DE SANTA CATARINA
Rua Visconde de Ouro Preto, 87 | Centro | CEP 88020-040 | Florianópolis | SC
Fone: (048) 3024-2053 | www.cut-sc.org.br | e-mail: [email protected]